Enlaçando a vida com os enlaces das laces (parte I)
Faz parte da natureza feminina a vaidade, a vaidade do vestir,
do cuidar do seu corpo, na realidade a mulher se sente bem quando “se cuida”,
imagina uma mulher estar na rua e não se sentir a vontade, seja qual for a
razão para que ela não se sinta confortável, este sentimento irá acompanhá-la
durante todo o passeio e atrapalhá-la seja qual for o afazer ao qual esteja comprometida.
Ao longo dos tempos o padrão de beleza feminina e, como a
vaidade feminina se comportava, variou conforme a sociedade enxergava a vida,
vejamos...
Padrão da beleza feminina na Idade Media
Olhos grandes, pés pequenos, cintura fina, cabelo longo e bem
escuro, dentes brancos e pele pálida. Um corpo arredondado, com quadris
largos e seios grandes, era sinônimo de beleza. O padrão ainda impunha pele
branca, cabelo loiro e testa grande.
Padrão de
beleza feminina no renascentismo
O modelo de beleza do Renascimento supunha mulheres mais
cheinhas, de ancas largas e seios generosos
Padrão de beleza no século XX
Evoluiu ao longo do século acompanhando a
evolução da sociedade tecnológica, no início do século, corpo esguio com pele
clara e cabelo liso, valorização das curvas.
A transição
Bom, reparem que até agora falamos apenas do
padrão de beleza ocidental, mulheres brancas, cabelos lisos, estilo europeu,
colonizador, será que este estilo de beleza, ainda hoje é o vigente, como evoluíram
os padrões?
O que acham de continuarmos este papo no
próximo post, vamos evoluir a ideia, sempre com a certeza de que a vaidade feminina
tem uma máxima que independe da época.
Ela vem de dentro, a mulher, seja de que século
for, tem na vaidade uma forma de se sentir bem com ela mesma.







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